segunda-feira, 2 de maio de 2011

Encontro Presencial -Elaboração de projetos: Escola estadual Joca Costa

Aos vinte e oito dias do mês de abril de 2011 realizou-se o primeiro encontro presencial do Módulo 4 Elaboração de Projetos, na Escola Estadual Joca Costa, com toda equipe da escola e técnicos da Diretoria Regional de Ensino sob a a mediação da Formadora Percilia e da Tutora Edn.As atividades tiveram início com as boas vindas da Tutora Edna, colocando esse dia especial nas mãos de Deus. Em seguida, a Gestora da escola a Profª. Vânia reforçou o desejo de um encontro especial, agradecendo a presença das professoras cursistas e da formadora, desejando a todos um bom encontro. Depois a Formadora Percília fez um momento de oração, onde foram colocadas as intenções do encontro; na sequência solicitou a apresentação das pessoas recém chegadas para equipe da escola e no curso. Fez algumas considerações sobre o Programa UCA contextualizando a formação do UCA para os novos cursistas e pessoas da DRE, enfatizando a característica desta formação que tem como objetivo a integração do uso dos laptops na sala de aula por meio de práticas pedagógicas que viabilizam a integração das diversas mídias ao currículo e ressaltou a importância de se adequar o planejamento da sistemática do Circuito Campeão do Instituto Airton Senna - IAS às propostas do Programa UCA, pois ambos são fundamentais para a melhoria do processo educativo da escola. Apresentou a pauta de trabalho onde destinava 8 horas para iniciar o Módulo 4 Elaboração de Projetos e 8 horas para trabalhar as ações em desenvolvimento na escola iniciadas no Módulo 3A. O Módulo 4 foi apresentado pro meio do material offline, pois a Internet na escola ainda é muito lenta e oscila o tempo todo. A formadora exibiu o vídeo do professor que faz a abertura do módulo, momento em que a turma ouviu as falas das professoras Beth Almeida e Bette Prado, autoras do módulo Elaboração de Projetos. Após a exibição do vídeo, a formadora apresentou-se os Eixos que norteiam todo o estudo e atividades do módulo e junto com a turma foi navegando pelo curso socializando os objetivos dos eixos e os objetivos de aprendizagem cada um, bem como os conhecimentos apresentados em cada eixo. Os professores cursistas iniciaram o estudo do Eixo 1 utilizando o DVD que receberam juntamente com o Guia do Cursista, sendo orientados para o desenvolvimento da atividade 1.1 – Relato sobre o projeto pessoal/profissional. Nesta atividade os problemas e dúvidas que foram surgindo iam sendo sanados num processo de muita cooperação e interação entre cursista e formadores. A Formadora fez observações relacionadas às produções e postagens no ambiente do curso e-proinfo (portfólio e fórum), chamando a atenção para a escrita e a coerência dos textos. A todo o momento, buscou-se o entendimento de que a tecnologia é útil e necessária no processo de aquisição de conhecimentos e que articulada ao projeto e ao currículo escolar, contribuirá para que a aprendizagem seja significativa para o aluno. Debateu-se ainda o conceito de projeto na visão histórica de alguns autores, porém a turma criou o seu próprio conceito, explanando o projeto de vida pessoal e profissional, momento em que discutiu e realizou-se a atividade 1.1 do Eixo 1. Neste momento os cursistas produziram os relatos e fizeram as postagens no ambiente a medida que a internet permitia acesso. Acredita-se que dentro do projeto profissional de cada um, todos se consideram importantes nesse processo de reflexão do trabalho da Escola Joca Costa enquanto espaço privilegiado de conhecimento para todos. Depois da exploração dos três eixos, a formadora explicou o desenvolvimento das atividades, reservando um momento maior para o esclarecimento sobre o mapa conceitual, exemplificando no quadro branco como se dá a sua construção, desde o seu conceito a sua aplicação em sala de aula, para uma melhor compreensão pelos cursistas. Realizou ainda algumas orientações sobre a participação de todas as cursistas no fórum, bem como a importância de fazer o memorial reflexivo a partir das expectativas e aprendizagens do dia.

Diante desse contexto, percebeu-se que o desafio maior dos educadores na referida escola é fazer acontecer uma integração do projeto, currículo e tecnologias, em prol da melhoria da qualidade do seu processo educativo. O encontro ainda proporcionou trocas de experiências exitosas entre a equipe.

No dia 29, como estava previsto na pauta, a Formadora Percilia dedicou tempo especial para esclarecimento de dúvidas e desfazer equívocos quanto ao entendimento referente ao planejamento e execução das ações executadas dentro das metodologias estudadas no Módulo 3A e, principalmente nas dificuldades das professoras em integrar as atividades do curso à sua prática. Dificuldades estas por que a escola tem como proposta pedagógica a metodologia do IAS que traz uma rotina com tempos e ações pré-definidas, aspectos que, de certa forma, engessa o trabalho. As discussões conduzidas pela formadora que, ao esclarecer as questões do planejamento das ações conforme as metodologias estudadas no curso, foi sugerindo as adequações e integração deste planejamento à rotina estabelecida pelo programa IAS de forma que as professoras fossem visualizando a flexibilização e as possibilidades de se trabalhar com as duas propostas sem prejudicar a aprendizagem dos alunos e acima de tudo deixando claro os momentos em que o uso dos laptops deveriam ser integrados nas atividades. Sentiu-se que as discussões deixaram as professoras mais tranqüilas e confiantes. Na Escola Estadual Joca Costa está em andamento ações pedagógicas desenvolvidas nas metodologias: Resolução de Problemas, Problematização e Projetos de Aprendizagem. Para que o PA fosse mais bem entendido pelos cursistas a formadora fez uma demonstração das etapas de desenvolvimento desta metodologia.

Ao final em reunião Formadora Percilia, Edna, Tutora, Coordenadora do UCA na escola, Representante Regional das Tecnologias e Informação Kenia, Professora Formadora do NTE Tania Cristina e a Gestora da escola Vânia para avaliar o encontro e planejar os próximos encontros e o acompanhamento das atividades do módulo 4 que serão realizadas à distância.

Percilia Souza Leite – Formadora

Edna de Jesus Vieira – Tutora

Orcilene Gomes dos Lopes – Coordenadora do UCA na Escola

Dianópolis 29 de abril de 2011.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Encontro Presencial do UCA na Escola Joca Costa

No dia 22 de março, realizamos um encontro presencial com a equipe da Escola Joca Costa, para colocarmos em dia as atividades do 3º módulo do curso e fazermos algumas considerações a respeito do trabalho do UCA na referida Instituição. A Coordenadora Orcilene falou da importância de se revermos a carga horária dos professores, tendo em vista o bom andamento das ações do referido Projeto. Foi um momento muito especial, pois compartilhamos os desafios enfrentados pela escola até o momento. Tivemos a oportunidade de atualizar os blogs dos professores e orientá-los sobre o desenvolvimento das metodologias que serão vivenciadas em sala de aula. Quero validar o trabalho da equipe Joca Costa, que a todo momento demonstram entusiasmo e perseverança no desenvolvimento do Projeto Uca. Afinal, aquele é um espaço privilegiado de conhecimento para todos.

Autora: Edna Vieira - Tutora do Uca

terça-feira, 22 de março de 2011

GESTÃO PARTICIPATIVA NA ESCOLA -


Pensar a autonomia é uma tarefa que se apresenta de forma complexa, pois se pode crer na ideia de liberdade total ou independência, quando temos de considerar os diferentes agentes sociais e as muitas interfaces e interdependências que fazem parte da organização educacional. Por isso, deve ser muito bem trabalhada, a fim de equacionar a possibilidade de direcionamento camuflado das decisões, ou a desarticulação total entre as diferentes esferas, ou o domínio de um determinado grupo, ou, ainda, a desconsideração das questões mais amplas que envolvem a escola. Outro conceito importante é o da participação, pois também pode ter muitos significados, além de poder ser exercida em diferentes níveis. Podemos pensar a participação em todos os momentos do planejamento da escola, de execução e de avaliação, ou pensar que participação pudesse ser apenas convidar a comunidade para eventos ou para contribuir na manutenção e conservação do espaço físico. Portanto, as conhecidas perguntas sobre "quem participa?", "como participa?", "no que participa?", "qual a importância das decisões tomadas?" devem estar presentes nas agendas de discussão da gestão na escola e nos espaços de definição da política educacional de um município, do estado ou do país.Quais são os instrumentos e práticas que organizam a vivência da gestão escolar? Em geral, esses processos mesclam democracia, instrumentos e instâncias formais que pressupõem a eleição de representantes, com democracia participativa, estabelecimento de estratégias e fóruns de participação direta, articulados e dando fundamento a essas representações. Vários autores, como Padilha (1998) e Dourado (2000), defendem a eleição de diretores de escola e a constituição de conselhos escolares como formas mais democráticas de gestão. Outro elemento indispensável é a descentralização financeira, na qual o governo, nas suas diferentes esferas, repassa para as unidades de ensino, recursos públicos a serem gerenciados conforme as deliberações de cada comunidade escolar. Estes aspectos estarão conformados na legislação local, nos regimentos escolares e regimentos internos dos órgãos da própria escola, como o Conselho Escolar e a ampla Assembleia da Comunidade Escolar. Para funcionar em uma perspectiva democrática, segundo Ciseki (1998), os Conselhos, de composição paritária, devem respaldar-se em uma prática participativa de todos os segmentos escolares (pais, professores, alunos, funcionários). Para tal, é importante que todos tenham acesso às informações relevantes para a tomada de decisões e que haja transparência nas negociações entre os representantes dos interesses, muitas vezes legitimamente conflitantes, dos diferentes segmentos da comunidade escolar. Os conselhos e assembléias escolares devem ter funções deliberativas, consultivas e fiscalizadoras, de modo que possam dirigir e avaliar todo o processo de gestão escolar e não apenas funcionar como instância de consulta.

Autora: Edna de Jesus Vieira, Mestre em Ciência da Educação - UTIC

Artigo: Necessidade de Elaboração do Projeto Político Pedagógico

É fundamental que a escola, ao elaborar o Projeto Político-Pedagógico, conheça as expectativas da comunidade, suas necessidades, formas de sobrevivência, valores, costumes e manifestações culturais e artísticas. É por meio desse conhecimento que a escola pode atender aos anseios da comunidade, considerando as práticas dessa, sejam elas de natureza econômica, política, social, cultural, ética ou moral, cumprindo assim a sua função social.
Nesse sentido, é preciso enxergar a escola como um lugar de gestação, construção, implantação, avaliação e atualização do Projeto Político-Pedagógico. Mesmo sabendo do permanente desafio desse processo, ele deve ser dinamizado de forma coletiva, colegiada, democrática e participativa, promovendo, dessa forma, a formação integral do ser humano e a identidade da escola. É no Projeto Político-Pedagógico de uma escola que tratam a unidade e a continuidade do processo educativo, assegurando, enfim, o dinamismo em prol da construção da cidadania escolar e cívica, perseguindo e executando os objetivos que a constituem.
Diante disso, é possível defender a idéia de que nenhuma escola pode caminhar bem e alcançar resultados satisfatórios, sem uma equipe gestora comprometida, democrática e sem um referencial chamado de Projeto Político- Pedagógico, o qual representa o funcionamento da escola e pode ser compreendido como um instrumento de organização dela. Assim, a sua elaboração e execução com sucesso, dependem, sobretudo, do papel ativo da equipe gestora que envolverá os demais atores do contexto escolar.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Prêmio Educadores Inovadores 2011

Para Todos os Educadores!!!

A Microsoft Educação abriu as inscrições para o Prêmio Educadores Inovadores 2011, o concurso tem como objetivo incentivar o desenvolvimento de ações de incorporação das tecnologias em atividades que proporcionem um melhor desempenho da comunidade escolar.
Visite o site:
http://www.educadoresinovadores.com.br/

para obter maiores orientações.

sexta-feira, 11 de março de 2011

CASE DE SUCESSO - SEMINÁRIO PENSAR

Ações de Sucesso da Escola Estadual Joca Costa, apresentado pela Professora Mestre em Ciência da Educação - Edna de Jesus Vieira, no Seminário "Pensar"-2010 em Palmas, para um público de 900 educadores, com o mote de socializar experiências exitosas sobre a Gestão escolar. O referido trabalho levou a Escola ao Prêmio Nacional de Referência em Gestão Escolar - 1º lugar no Estado e entre as 6 finalistas em âmbito nacional. Essa experiência proporcionou um intercâmbio de 15 dias nos Estados Unidos da América, juntamente com 21 gestores brasileiros, de escolas premiadas.

Clique no link abaixo:

https://docs.google.com/present/edit?id=0AZUiL8TxqUH1ZGZuYmgyaHJfMWhnM2pzZGhy&hl=en

terça-feira, 1 de março de 2011

Artigo:O PERFIL DO PROFISSIONAL DO ENSINO RELIGIOSO EM DIANÓPOLIS

RESUMO: Esse artigo propõe discutir o perfil do profissional do Ensino Religioso, em Dianópolis relacionado à formação filosófica/ ética e Pedagógica/teológica, nas quais o professor do ERE, mais que as das demais disciplinas, precisa aprimorar sua formação e atualizar continuamente o conhecimento, tanto do objeto do conhecimento (conteúdo), como do sujeito de aprendizagem (o aluno enquanto sujeito social, epistêmico, afetivo ético e religioso). O ideal seria, ter autêntica vivência religiosa e comunitária.

Palavras chaves: profissionalismo do ERE e formação do docente.

INTRODUÇÃO

O presente artigo não pretende esgotar uma questão tão complexa, é apenas um exercício da organização de idéias de um grupo a respeito do perfil do profissional do Ensino Religioso Escolar no município de Dianópolis, Tocantins.
A partir da alteração do artigo 33 da LDBEN 9394/96 (Lei 9475/97), a formação de docentes para a disciplina do Ensino Religioso na Educação Fundamental, tem se constituído em foco de interesse, discussão e pesquisa em âmbito nacional, envolvendo lideranças de diferentes denominações religiosas, a comunidade acadêmica e os sistemas de ensino, todos diretamente atingidos pelo dispositivo legal, reconhecendo-a como um dos componentes curriculares fundamentais para o desenvolvimento do educando, frente aos desafios da diversidade cultural na realidade social.
Nessa perspectiva, os Parâmetros Curriculares, bem como a LDB abordam a questão do perfil do profissional do Ensino Religioso, o qual espera-se que seja um profissional habilitado para o exercício em sala de aula, que esteja disponível para o diálogo e seja capaz de articulá-lo a partir das questões suscitadas no processo de aprendizagem do educando; que busque constantemente o conhecimento religioso, que compreenda o Fenômeno Religioso; desenvolvendo em seus alunos a relevância da alteridade e dessa forma, possa contribuir para que se garanta o conhecimento da transcendência. Entende-se com isso, a necessidade da formação filosófica, ética, teológica e pedagógica, agregadas ao perfil do profissional do Ensino Religioso, uma vez que a educação da religiosidade faz parte da educação integral do ser humano. Formar o homem enquanto ser social, comprometido com a construção do mundo, é educá-lo também para os valores que transcendem a sua existência material.
Sabe-se que no Estado do Tocantins, é rara a presença desse profissional nas escolas, uma vez que não é disponível a formação acadêmica do Ensino Religioso, fazendo-se necessária à oportunidade do investimento na formação desse profissional, pois é de sua responsabilidade colocar em discussão informações e não determinar valores aos alunos, sendo um interlocutor entre a escola e a sociedade propiciando ao educando uma atmosfera pensante de modo que ele possa entender o processo e adquirir as habilidades e ferramentas que lhe possibilitarão desenvolver seu próprio sistema de valores.
Partindo deste pressuposto apresentaremos uma amostragem do perfil do profissional do ERE que atua em Dianópolis, pois em sua maioria apenas complementam carga horária, sem formação adequada na referida disciplina.
Esperar-se que após conclusão desta capacitação e conseqüentemente deste artigo, haja contribuição na transformação dessa realidade.


1.O PROFISSIONAL DO ERE EM DIANÓPOLIS

Diante do mistério do transcendente, a perplexidade do educador necessita antecipar a do educando, para que juntos possam responder as questões trazidas ou estimular outras perguntas no que se refere ao Ensino Religioso. Assim, a busca constante do conhecimento das manifestações religiosas, a clareza quanto a sua própria convicção de fé, a consciência da complexidade da questão religiosa e a sensibilidade à pluralidade, são requisitos essenciais do profissional do Ensino Religioso. Esse profissional precisa de uma formação específica, pois trabalha com as Ciências da Religião( Filosofia,Sociologia,Teologia, etc.)ou seja, sistematização que explica o ser humano, seus sonhos, seus amores e temores. Frente a isso, faz-se necessário uma formação específica, onde sejam contemplados, entre outros os conteúdos: Culturas e Tradições Religiosas; Escrituras Sagradas; Teologias Comparadas; Ritos e Ethos, garantindo-lhe a formação adequada ao desempenho de sua ação educativa.
Nesse contexto, percebemos que a realidade do profissional do ERE em Dianópolis, não é diferente de outras localidades, pois temos apenas um profissional com formação específica para a referida disciplina, fazendo com que os demais complementem carga horária. A disciplina é ministrada por pessoas que tenham função religiosa em sua igreja, necessitando, portanto, de uma formação, bem como de estudos continuados para esses profissionais. Apesar de todos esses fatores
percebemos que o professor desenvolve sua função com responsabilidade, planejando, pesquisando, para que seu trabalho seja desenvolvido com eficiência e eficácia.


2. FORMAÇÃO FILOSÓFICA E ÉTICA DO PROFISSIONAL DO ENSINO RELIGIOSO

O Ensino Religioso em sua articulação destaca alguns aspectos fundamentais à sua concretização, tais como: as contribuições das áreas afins; a busca permanente do sentido da vida; a superação da fragmentação das experiências e da realidade; o pluralismo religioso e a necessidade de evitar o proselitismo.
Diante dessa visão, espera-seque o profissional do Ensino Religioso possua um saber íntimo e aprofundado dos princípios que norteiam a conduta de uma sociedade ou grupo, objetivando alcançar o bem comum, ocupando-se da coletividade.
Portanto, cabe ao professor o entendimento das Diretrizes e Bases da Educação 9394/96, onde veta o proselitismo religioso em sala de aula, não podendo ensinar “Religião”, tendo como conceitos éticos básicos: o respeito à diversidade e o exercício da tolerância, haja vista, que o espaço da escola permite a congregação de diversas religiões.


3. FORMAÇÃO PEDAGÓGICA

No Ensino Religioso, a construção do saber se concretiza no desenvolvimento das competências e habilidades a partir do conhecimento das culturas e tradições religiosas. Esse conhecimento pro posto, visa subsidiar o aluno não só na compreensão do fenômeno Religioso, o qual ele vivencia e observa em seu contexto cotidiano, mas transforma a comunidade escolar num espaço próprio para a construção de valores como: a paz, o amor, a ética, o diálogo, o respeito e a reverência ao diferente.
O ser humano é religioso! A religiosidade precisa ser educada, pois é uma dimensão humana. Presente em todos, ela educada permite aprimoramento de costumes, tornando a pessoa mais integralmente humana. A escola tem ocupação de sistematizar a extensão do conhecimento e produção dos saberes em todas as dimensões educacionais.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A partir do trabalho proposto pudemos observar através de pesquisa de campo, a verdadeira realidade do profissional do ERE em Dianópolis, confrontando com as orientações recebidas no Curso de Aperfeiçoamento em Ensino Religioso, promovido pela SEDUC/ ASTER, embasando na LDB, bem como na Proposta Curricular Estadual. Nesse contexto, pudemos observar: A dedicação dos profissionais na busca do planejamento condizente com o Referencial Curricular, ansiedade dos professores em receber orientações direcionadas para desempenhar bem a sua função, a compreensão de que o Ensino Religioso não pode ser proselitista.
Diante desses pressupostos, necessita - se de uma Assessoria de Currículo na Diretoria Regional de Ensino, para acompanhamento dos professores no exercício da sua função; realização da formação continuada, bem como cursos de formação e pós-graduação para quem já tem formação.

Autora Edna Vieira - Mestre em Ciência da Educação pela UTIC.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Desafios da Linguagem no século XXI

Precisamos trabalhar com o que Pedro Demo chama de “ aprendizagem situada”, partindo de temáticas do interesse dos alunos. Assim, a prendizagem se torna fácil e prazerosa.Depois vinculamos tudo isso ao conteúdo a ser trabalhado de forma interativa, onde eles acessam o conhecimento, levantem suas hipóteses, formando seus conceitos e transmitindo para o restante da turma a sua aprendizagem. Precisamos fazer uso da linguagem digital, um exemplo prático são os jogos eletrônicos, que levados para sala de aula, contribuem significativamente no desenvolvimento do raciocínio lógico, na atenção,na compreensão e interpretação de fatos e fenômenos da natureza. As linguagens hoje,se tornaram multimodais e não nos preparamos para trabalhar com isso. Não que seja dificil, mas temos preguiça, medo de procurer na internet para implementarmos o nosso planejamento escolar. Ou simplismente porque dá trabalho. È mais fácil xerocarmos o texto impresso. Não estou falando para esquecermos o texto, mas estou afirmando que na linguagem multimodal, os textos são apresentados com som , imagem, animação, que os tornam mais atrativos para leitura, interpretação e produção textual.Creio que nossos alunos precisam aprender isso,como lidar com a linguagem digital e multimodal, mas a escola precisa estar aberta para esse processo de ensinar e aprender. Ela precisa mudar para acompanhar o ritmo dos alunos,uma vez que eles têm o convívio com computadores em casa, nas lan houses e , em outros ambientes, o que enriquece cada vez mais o seu currículo oculto.Daí fazemos a leitura “ na vida dez, na escola zero”. Porque a escola não se apropriou efetivamente dessa linguagem que os nossos alunos querem e precisam. Vocês não acham?
Achei a entrevista interessante e gostaria de refletir e compartilhar um pouco dos desafios que o Pedro Demo comenta e que nos faz repensar o jeito de fazer escola. E nós, como estamos nesse processo???????

domingo, 24 de outubro de 2010

CONCEITO “CURRICULO E TIC”

Atualmente uma das temáticas que vêm sendo discutida no cenário educacional é o trabalho com projetos e tecnologias no desenvolvimento do currículo. Isso implica numa preocupação constante do professor em como situar sua prática pedagógica, de modo que propicie aos alunos, novas formas de aprender, integrando a esse saber as diferentes mídias e tecnologias digitais, desenvolvidas nas atividades escolares.
Sabemos que o uso das tecnologias traz contribuições significativas ao processo educativo, quando acontece de modo integrado a um projeto curricular com intencionalidade pedagógica, voltada á capacidade de ensinar e aprender com as tecnologias. Essa integração potencializa transformações na gestão de sala de aula, que envolve não somente o ato de aprender como o jeito de ensinar dos docentes,porém, para que essas mudanças possam acontecer, é necessário compreendermos o conceito de currículo e reconhecermos as características das tecnologias que pretendemos explorar nas atividades pedagógicas, de modo que integradas, possam alcançar uma aprendizagem situada. Assim, o conceito de currículo emergente decorre de um processo dialético entre a forma, estratégia, conteúdo, tecnologia e educação, que se agregam com o objetivo de oferecer ao aluno uma aprendizagem significativa de conhecimento em rede. Nesse sentido, as tecnologias trazem contribuições importantes ao desenvolvimento do currículo, como instrumentos de informação e comunicação, constituídos em interfaces digitais, fazendo mediações entre os sistemas computadoriais e as pessoas e vice-versa. Isso implica novas formas de pensar, comunicar e perceber espaços e tempos, bem como organizar e produzir conhecimentos utilizando as múltiplas linguagens em favor da aprendizagem. Acredita-se que dessa forma conteúdo e tecnologia se misturam, de modo que o conhecimento tecnológico se integra efetivamente ao desenvolvimento do currículo.
Para Goodson, a perspectiva de integração do currículo e conhecimento acontece a luz da experiência compartilhada. Daí a importância do professor orientar seus trabalhos com o desenvolvimento de projetos que têm as tecnologias como suporte à sua realização, compatibilizando o que se deseja numa nova abordagem de ensinar e aprender, na qual o aluno é incentivado a desenvolver projetos que transformam a “situação problema em situação desejada”, onde se provoca a busca, a pesquisa, levando em consideração os interesses e as condições para descobrir algo novo, romper paradigmas, formar conceitos, produzindo assim novos conhecimentos.
Diante do exposto, o que proporciona a integração das tecnologias ao currículo no trabalho com projetos é de fato a produção coletiva e compartilhada de saberes, com o uso constante e sistematizado das tecnologias, cujo papel do professor é o de mediar essa diversidade de conhecimentos, garantindo que os conceitos utilizados intuitivamente ou não, sejam discutidos, compreendidos, sistematizados e formalizados pelos alunos, dando sentido ao que realmente eles estão aprendendo a partir das relações criadas nessas situações.

PROJETOS DE TRABALHOS EM SALA DE AULA COM A INTEGRAÇÃO DE TECNOLOGIAS AO CURRÍCULO.


Tema: Gênero Biografia

Autoras:
Edna Vieira
Maria José Machado
Suely Santina
Tânia Mara Silva Pinto

Modalidade/ Nível de Ensino:
Ensino Fundamental Final: 8º ano

Componente Curricular: Língua Portuguesa

Tema: Biografia
Narração e descrição
Linguagem formal

Dados da Aula

O que o aluno poderá aprender com esta aula:
_Democratizar o uso dos recursos tecnológicos na disciplina de Língua Portuguesa perseguindo um ensino aprendizagem de leitura e escrita de forma dinâmica e lúdica com o auxílio do Gênero Biografia.
_Despertar o gosto pela leitura e escrita através do gênero Biografia com o suporte de recursos audiovisuais e estratégias de leituras diversificadas;
_Utilizar os recursos do editor de texto (word) para digitar as biografias.

Duração das atividades : 5 aulas

Conhecimentos prévios trabalhados pelos professores com os alunos:

Colocar os alunos em círculo, entregar uma pergunta a cada participante sobre o que eles acham que é o gênero Biografia. Os alunos deverão procurar a resposta em algum lugar estratégico da sala. Na sequência, um líder dá continuidade ao jogo fazendo sua pergunta ao participante mais próximo que deverá respondê-la e fazer outra pergunta ao participante seguinte e assim seguir até que todos participem. Caso alguém não saiba a resposta o jogador que fez a pergunta apresenta a plaquetinha com a resposta correta para que a turma tome conhecimento. O objetivo é sondar o que os alunos já conhecem e oportunizar a familiaridade com o gênero Biografia.

Estratégias e recursos da aula

• Levar os alunos ao laboratório de informática e solicitar uma pesquisa sobre as pessoas que eles escolheram para fazer a biografia. Retornar a sala de aula e apresentar o vídeo (sobre Biografia de Michae Jackson) que se encontra no endereço YouTube - MICHAEL JACKSON - 50 ANOS DE SUCESSO ( BIOGRAFIA ).
Os alunos confeccionarão vários cartazes sobre as pessoas pesquisadas. Apresentar em Data Show os slides biográficos feito por eles com fotos, música, obras e recurso de hipertexto.
▪Os alunos deverão apresentar-se de forma caracterizada de acordo com a biografia da pessoa pesquisada.
•Em seguida montar um painel com uma diversidade de biografias pesquisadas para que os outros alunos leiam e deixar as mesmas expostas no mural do pátio da escola.

Recursos Complementares
Computadores com acesso a internet;- Data show- Jornais e revistas.- Programa de criação de desenho digital ( Paint), programa de apresentação (Power Point)

Avaliação

A avaliação será realizada durante todo o processo de produção do trabalho com o gênero Biografia, observando:
_Atuação dos alunos nas pesquisas e atividades de leitura propostas;_Participação e Interação nas produções textuais realizadas;_Desenvoltura na utilização dos recursos linguisticos e tecnológicos e temática solicitada na produção das Biografias.

Referências bibliográficas:
www.youtube.com
YouTube - biografia
YouTube - Videos Educativos

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

PENSANDO SOBRE POSSÍVEIS MUDANÇAS E CONTRIBUIÇÕES DAS TECNOLOGIAS


É patente que as tecnologias podem trazer contribuições significativas ao desenvolvimento do currículo se houver clareza da intencionalidade pedagógica, isto é, se o uso das tecnologias ocorrer integrado a um projeto curricular que se proponha a desenvolver a capacidade de pensar e aprender, tanto do corpo discente, docente, como dos demais suportes pedagógicos da escola. Neste sentido, o uso de tecnologias nas atividades, sejam de diversas naturezas, provoca avanços na ciência e nos conhecimentos que exigem a abertura da escola, bem como do professor aos fatos ocorridos e sua integração aos diferentes espaços de produção do saber. Isso implica flexibilidade do currículo, que passa a ter uma visão mais ampla e integradora,tanto em relação aos conhecimentos sistematizados e aceitos socialmente, bem como os conhecimentos que emergem na vida das pessoas, nas diferentes linguagens de comunicação que permeiam o nosso contexto social.
Pensando nesse cenário, apresentamos possíveis mudanças e contribuições das tecnologias no fazer pedagogico da escola, para que ocorra uma aprendizagem situada:
- Permitir que o aluno aprenda a fazer - fazendo e reconheça a própria autoria naquilo que produz por meio de questionamentos, levantamento e confirmação de hipóteses, que lhe impulsionam a formar seus próprios conceitos, bem como o de contexualizar os conhecidos e descobrir outros que porventura surgirem durante o desenvolvimento da atividade proposta pelo professor; - Desenvolver atividades que permita aos alunos: selecionar e articular informações, tomar decisões, trabalhar em grupo, gerenciar confronto de idéias, aprender colaborativamente com seus pares, estabelecendo relações com o seu contexto social, transformando-as na prática;
- Realizar atividades de produção texual, com linguagem multimodal;
-Realizar o registro digital das produções dos alunos, criando condições para que se possam identificar as dificuldades e os avanços alcançados;
Diante do exposto, cabe ao professor adotar uma postura de observação e de análise sobre as necessidades conceituais que forem identificadas no decorrer das atividades propostas aos alunos e desenvolver estratégias pedagógicas diversificadas, que possibilitem seu aprendizado, tanto no sentido da ampliação como do aprofundamento do conhecimento.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Plano de Aula – Utilizando Mídia Digital – TV Escola


A aula com a temática “ O Cerrado Brasileiro” realizada por mim e a professora Zoraide, foi muito interessante e os objetivos alcançados. Iniciamos fazendo questionamentos sobre o conteúdo apresentado, pedindo que falassem o sabiam sobre o conteúdo, se já tinham visto alguma vegetação com característica de “cerrado”, para que pudéssemos ter uma noção de como estava o conhecimento prévio dos alunos em relação ao que estava sendo discutido. Apresentamos a aula em data show, de forma questionadora, desafiando os alunos a responderem as perguntas sobre o conteúdo a ser trabalhado. Quando notávamos que eles tinham dúvidas parávamos para realizar as explicações necessárias e percebemos o quanto os alunos se interessavam e prestavam bastante atenção, já que o conteúdo apontava uma realidade vivenciada por eles. Proporcionamos a pesquisa do assunto no Labim, momento em que todos se envolveram de forma satisfatória. Percebemos que alguns alunos tinham mais habilidade para lidar com o computador, encontrando as respostas mais rapidamente, porém todos conseguiram pesquisar o assunto desejado. Quando eles assistiram o vídeo, percebemos que faziam ligações com paisagem já vistas, o que facilitou a aprendizagem. Tivemos um momento na biblioteca, onde a turma manuseou revistas e recortaram gravuras sobre o cerrado brasileiro. Formamos grupos para apresentação dos trabalhos e o resultado foi gratificante, pois conseguiram expor suas idéias de forma clara e precisa.
Percebemos que ao realizar essa aula com recursos tecnológicos os alunos se mostraram mais participativos, com um envolvimento mais satisfatório e isso nos leva a repensar sobre a nossa prática e nos fazem refletir que alunos gostam de novidades, inovações e por isso nossas aulas precisam ser dinâmicas e mais atrativas.



Plano de Aula – Utilizando Mídia Digital – TV Escola


A aula com a temática “ O Cerrado Brasileiro” realizada por mim e a professora Zoraide, foi muito interessante e os objetivos alcançados. Iniciamos fazendo questionamentos sobre o conteúdo apresentado, pedindo que falassem o sabiam sobre o conteúdo, se já tinham visto alguma vegetação com característica de “cerrado”, para que pudéssemos ter uma noção de como estava o conhecimento prévio dos alunos em relação ao que estava sendo discutido. Apresentamos a aula em data show, de forma questionadora, desafiando os alunos a responderem as perguntas sobre o conteúdo a ser trabalhado. Quando notávamos que eles tinham dúvidas parávamos para realizar as explicações necessárias e percebemos o quanto os alunos se interessavam e prestavam bastante atenção, já que o conteúdo apontava uma realidade vivenciada por eles. Proporcionamos a pesquisa do assunto no Labim, momento em que todos se envolveram de forma satisfatória. Percebemos que alguns alunos tinham mais habilidade para lidar com o computador, encontrando as respostas mais rapidamente, porém todos conseguiram pesquisar o assunto desejado. Quando eles assistiram o vídeo, percebemos que faziam ligações com paisagem já vistas, o que facilitou a aprendizagem. Tivemos um momento na biblioteca, onde a turma manuseou revistas e recortaram gravuras sobre o cerrado brasileiro. Formamos grupos para apresentação dos trabalhos e o resultado foi gratificante, pois conseguiram expor suas idéias de forma clara e precisa.
Percebemos que ao realizar essa aula com recursos tecnológicos os alunos se mostraram mais participativos, com um envolvimento mais satisfatório e isso nos leva a repensar sobre a nossa prática e nos fazem refletir que alunos gostam de novidades, inovações e por isso nossas aulas precisam ser dinâmicas e mais atrativas.


Plano de Aula – Utilizando Mídia Digital – TV Escola


A aula com a temática “ O Cerrado Brasileiro” realizada por mim e a professora Zoraide, foi muito interessante e os objetivos alcançados. Iniciamos fazendo questionamentos sobre o conteúdo apresentado, pedindo que falassem o sabiam sobre o conteúdo, se já tinham visto alguma vegetação com característica de “cerrado”, para que pudéssemos ter uma noção de como estava o conhecimento prévio dos alunos em relação ao que estava sendo discutido. Apresentamos a aula em data show, de forma questionadora, desafiando os alunos a responderem as perguntas sobre o conteúdo a ser trabalhado. Quando notávamos que eles tinham dúvidas parávamos para realizar as explicações necessárias e percebemos o quanto os alunos se interessavam e prestavam bastante atenção, já que o conteúdo apontava uma realidade vivenciada por eles. Proporcionamos a pesquisa do assunto no Labim, momento em que todos se envolveram de forma satisfatória. Percebemos que alguns alunos tinham mais habilidade para lidar com o computador, encontrando as respostas mais rapidamente, porém todos conseguiram pesquisar o assunto desejado. Quando eles assistiram o vídeo, percebemos que faziam ligações com paisagem já vistas, o que facilitou a aprendizagem. Tivemos um momento na biblioteca, onde a turma manuseou revistas e recortaram gravuras sobre o cerrado brasileiro. Formamos grupos para apresentação dos trabalhos e o resultado foi gratificante, pois conseguiram expor suas idéias de forma clara e precisa.
Percebemos que ao realizar essa aula com recursos tecnológicos os alunos se mostraram mais participativos, com um envolvimento mais satisfatório e isso nos leva a repensar sobre a nossa prática e nos fazem refletir que alunos gostam de novidades, inovações e por isso nossas aulas precisam ser dinâmicas e mais atrativas.




Plano de Aula – Utilizando Mídia Digital – TV Escola

A aula com a temática “ O Cerrado Brasileiro” realizada por mim e a professora Zoraide, foi muito interessante e os objetivos alcançados. Iniciamos fazendo questionamentos sobre o conteúdo apresentado, pedindo que falassem o sabiam sobre o conteúdo, se já tinham visto alguma vegetação com característica de “cerrado”, para que pudéssemos ter uma noção de como estava o conhecimento prévio dos alunos em relação ao que estava sendo discutido. Apresentamos a aula em data show, de forma questionadora, desafiando os alunos a responderem as perguntas sobre o conteúdo a ser trabalhado. Quando notávamos que eles tinham dúvidas parávamos para realizar as explicações necessárias e percebemos o quanto os alunos se interessavam e prestavam bastante atenção, já que o conteúdo apontava uma realidade vivenciada por eles. Proporcionamos a pesquisa do assunto no Labim, momento em que todos se envolveram de forma satisfatória. Percebemos que alguns alunos tinham mais habilidade para lidar com o computador, encontrando as respostas mais rapidamente, porém todos conseguiram pesquisar o assunto desejado. Quando eles assistiram o vídeo, percebemos que faziam ligações com paisagem já vistas, o que facilitou a aprendizagem. Tivemos um momento na biblioteca, onde a turma manuseou revistas e recortaram gravuras sobre o cerrado brasileiro. Formamos grupos para apresentação dos trabalhos e o resultado foi gratificante, pois conseguiram expor suas idéias de forma clara e precisa.
Percebemos que ao realizar essa aula com recursos tecnológicos os alunos se mostraram mais participativos, com um envolvimento mais satisfatório e isso nos leva a repensar sobre a nossa prática e nos fazem refletir que alunos gostam de novidades, inovações e por isso nossas aulas precisam ser dinâmicas e mais atrativas.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Plano de Aula – Utilizando Mídia Digital – TV Escola





Plano de Aula – Utilizando Mídia Digital – TV Escola

A aula com a temática “ O Cerrado Brasileiro” realizada por mim e a professora Zoraide, foi muito interessante e os objetivos alcançados. Iniciamos fazendo questionamentos sobre o conteúdo apresentado, pedindo que falassem o sabiam sobre o conteúdo, se já tinham visto alguma vegetação com característica de “cerrado”, para que pudéssemos ter uma noção de como estava o conhecimento prévio dos alunos em relação ao que estava sendo discutido. Apresentamos a aula em data show, de forma questionadora, desafiando os alunos a responderem as perguntas sobre o conteúdo a ser trabalhado. Quando notávamos que eles tinham dúvidas parávamos para realizar as explicações necessárias e percebemos o quanto os alunos se interessavam e prestavam bastante atenção, já que o conteúdo apontava uma realidade vivenciada por eles. Proporcionamos a pesquisa do assunto no Labim, momento em que todos se envolveram de forma satisfatória. Percebemos que alguns alunos tinham mais habilidade para lidar com o computador, encontrando as respostas mais rapidamente, porém todos conseguiram pesquisar o assunto desejado. Quando eles assistiram o vídeo, percebemos que faziam ligações com paisagem já vistas, o que facilitou a aprendizagem. Tivemos um momento na biblioteca, onde a turma manuseou revistas e recortaram gravuras sobre o cerrado brasileiro. Formamos grupos para apresentação dos trabalhos e o resultado foi gratificante, pois conseguiram expor suas idéias de forma clara e precisa.
Percebemos que ao realizar essa aula com recursos tecnológicos os alunos se mostraram mais participativos, com um envolvimento mais satisfatório e isso nos leva a repensar sobre a nossa prática e nos fazem refletir que alunos gostam de novidades, inovações e por isso nossas aulas precisam ser dinâmicas e mais atrativas.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Refletindo sobre minha aprendizagem com material digital

Acredito que trabalhar com as tecnologias hoje na educação não é somente trazer o mundo virtual para nossas salas de aulas, como também para o nosso fazer profissional. As tenologias nos permitem uma aprendizagem interativa e dinâmica. Analisando os trabalhos realizados até o momento, tive um crescimento pessoal e professional, pois utilizo as TICs de forma agradável e criativa em minha jornada pedagógica, um exemplo disso é no que se refere ao blog, tornando um aprendizado incrível. Vejo que a gestão das sala de aula também é muito contemplada com o uso das tecnologias, principalmente as digitais, pois desperta a atenção dos alunos, aguça sua curiosidade pelo ato de aprender, pesquisar, buscar a informação, onde quer que ela esteja.Traz ao professor uma ferramenta de ensino ampliada, cabendo a ele o direcionamento do trabalho e também o estudo para o planejamento adequado das TICs, dentro da sua realidade.Aprendi com curso, como levar as mídias para a sala, levar aos alunos a criar produtos novos, tendo voz e vez no processo educativo.Quando preparei a aula com recurso da TV Escola, percebi o quanto podemos enriquecer as nossas aulas, com filmes e videos educativos que exploram o conteúdo a ser ensinado de forma prazerosa e interativa. Além disso podemos buscar no momento da aula, ao vivo através dos sites. Com a hipermídia, aprendi produtos novos que nos levam a criação e recriação de planejamentos coletivos, partindo do uso dos hipertextos, ampliando a visão dos alunos quanto o assunto a ser estudado, como da busca do vocabulário digital e outros recursos que permitem essa interatividade.
Tendo a certeza de que o conhecimento pode ser aperfeiçoado a cada dia, sinto-me satisfeita em fazer esse curso ,e, tenho não somente divulgado aos servidores da educação dos seus benefícios para educação, como incentivado muitos a fazerem o curso. A nossa regional só tem a ganhar com isso.
Acredito que trabalhar com as tecnologias hoje na educação não é somente trazer o mundo virtual para nossas salas de aulas, como também para o nosso fazer profissional. As tenologias nos permitem uma aprendizagem interativa e dinâmica. Analisando os trabalhos realizados até o momento, tive um crescimento pessoal e professional, pois utilizo as TICs de forma agradável e criativa em minha jornada pedagógica, um exemplo disso é no que se refere ao blog, tornando um aprendizado incrível. Vejo que a gestão das ala de aula também é muito contemplada com o uso das tecnologias, principalmente as digitais, pois desperta a atenção dos alunos, aguça sua curiosidade pelo ato de aprender, pesquisar, buscar a informação, onde quer que ela esteja.Traz ao professor uma ferramenta de ensino ampliada, cabendo a ele o direcionamento do trabalho e também o estudo para o planejamento adequado das TICs, dentro da sua realidade.Aprendi com curso, como levar as mídias para a sala, levar aos alunos a criar produtos novos, tendo voz e vez no processo educativo.Quando preparei a aula com recurso da TV Escola, percebi o quanto podemos enriquecer as nossas aulas, com filmes e videos educativos que exploram o conteúdo a ser ensinado de forma prazerosa e interativa. Além disso podemos buscar no momento da aula, ao vivo através dos sites. Com a hipermídia, aprendi produtos novos que nos levam a criação e recriação de planejamentos coletivos, partindo do uso dos hipertextos, ampliando a visão dos alunos quanto o assunto a ser estudado, como da busca do vocabulário digital e outros recursos que permitem essa interatividade.
Tendo a certeza de que o conhecimento pode ser aperfeiçoado a cada dia, sinto-me satisfeita em fazer esse curso ,e, tenho não somente divulgado aos servidores da educação dos seus benefícios para educação, como incentivado muitos a fazerem o curso. A nossa regional só tem a ganhar com isso.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Planejando uma aula com Hiipertexto/Internet

Escola Estadual Joca Costa
Dianópolis – TO
Professoras: Edna de Jesus Vieira e Maria José Machado Barbosa
Série: 5º ano
Plano de Aula: Planejando atividade com hipertexto ou internet.


Competências:

v Compreender a importância da preservação do meio ambiente para a continuação das espécies.

Habilidades:
v Conhecer os mandamentos da lei da natureza;
v Praticar os mandamentos em seu contexto sócio-cultural.

Disciplinas:

v Língua Portuguesa, ciências e geografia.

Conteúdo:

v Preservação do meio ambiente;
v Mandamentos da lei da natureza – I dia temático.

Desenvolvimento:

v Apresentação dos conteúdos a serem trabalhados na aula de forma interdisciplinar;
v Levar os alunos para o LABIN para pesquisa do tema;
v Conhecimento dos sites onde se encontra o tema debatido para realização do trabalho com hipertexto;
v Preparação da aula pelos alunos utilizando slides;
v Produção textual com a utilização de hipertexto;
v Apresentação do tema através de Power point para a comunidade escolar – II dia temático.

Recursos:

v Internet, LABIN, data show, tela de projeção, máquina digital e notebook.

Avaliação:

v Observação do comportamento dos alunos durante as atividades propostas;
v Através do trabalho de conscientização do tema com os alunos, esperamos que as informações repassadas causem impactos positivos nas atitudes do dia a dia.

Resultados esperados:

v Espera-se que os alunos através da pesquisa, possam adquirir afinidade com os recursos tecnológicos;
v Espera-se que os alunos possam enriquecer suas produções textuais, através da utilização de hipertexto.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Planejando Atividade com Hipertexto ou Internet

Planejar uma aula usando HIPERTEXTO e ou INTERNET foi muito interessante e gratificante, pois além de revolucionar a nossa prática pedagógica nos proporcionou uma aula mais dinâmica e inovadora. Com isso, percebemos um maior interesse e atenção por parte dos alunos, que não mediram esforços em participar efetivamente da aula. Contemplamos o uso da máquina digital, data show e notebook.
Quando aplicamos uma aula com recursos tecnológicos, despertamos a curiosidade dos alunos, prendemos sua atenção e o grau de satisfação aumenta. Percebemos tudo isso durante a aula e também nos momentos de troca de experiências, onde cada um relatou o seu aprendizado desde o momento em que pesquisaram e criaram os hipertextos até o momento da apresentação para a comunidade escolar. No final da aula existiu um momento para rever os objetivos e os resultados esperados daquela aula. Nesse momento percebemos que a receptividade foi excelente, pois os alunos tiveram condições de associar o que aprendeu com a nossa vida prática.
O conteúdo trabalhado envolveu as disciplinas de Língua Portuguesa, Ciências e Geografia, onde conseguimos fazer conexões com outros conteúdos, inclusive com a COM-VIDA (Comissão de alunos da escola que trabalham com o meio ambiente) que tiveram a oportunidade de fazer uma conexão entre o conteúdo trabalhado em sala com a atividade campo realizada por eles no córrego Getúlio (reflorestamento da mata ciliar). O maior aprendizado para nós enquanto professoras, foi de transformar um conteúdo específico de uma disciplina para uma visão global de mundo, através da interdisciplinaridade.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Possibilidades Com Hipertextos

Visita aos EUA pelo Prêmio Gestão

Aprendizagens Significativas na Wikipédia

Após leitura do módulo virtual e do guia do cursista, no que se refere a Wikipédia, percebe-se um caminho complexo de aprendizagens significativas.
A Wikipédia é uma ferramenta tecnológica fantástica que nos proporciona uma organização e gestão de documentos e programas, de forma dinâmica e interativa.Qualquer pessoa poderá utilizá-la, não só lendo o seu conteúdo, como modificando, acrescentando, retirando, ligando outros documentos, corrigindo e traduzindo seus verbetes, bem como pode contribuir nas produções textuais.
Na educação, a utilização dessa ferramenta impulsionará de forma positiva o processo de ensino e aprendizagem, pois permite ao professor trabalhar com seus alunos, aulas interdisciplinares, partindo da leitura, propiciando aos alunos um acompanhamento e interpretação de histórias nos diversos momentos do texto que lá está; o estudo do vocabulário para que ele possa criar e recriar conceitos, de forma individual e coletiva;construir idéias que poderão ser apresentadas de formas mais complexas,transformando-as em produções textuais e artísticas.
Diante desse cenário tecnológico, possibilita ainda ao professor trabalhar a informação e reinterpretá-la de maneira contextualizada, problematizando as temáticas apresentadas, utilizando a pesquisa como ferramenta de ampliação de conhecimento dinâmico e que está em constante transformação.


Aprendizagens Significativas na Wikipédia

Após leitura do módulo virtual e do guia do cursista, no que se refere a Wikipédia, percebe-se um caminho complexo de aprendizagens significativas.
A Wikipédia é uma ferramenta tecnológica fantástica que nos proporciona uma organização e gestão de documentos e programas, de forma dinâmica e interativa.Qualquer pessoa poderá utilizá-la, não só lendo o seu conteúdo, como modificando, acrescentando, retirando, ligando outros documentos, corrigindo e traduzindo seus verbetes, bem como pode contribuir nas produções textuais.
Na educação, a utilização dessa ferramenta impulsionará de forma positiva o processo de ensino e aprendizagem, pois permite ao professor trabalhar com seus alunos, aulas interdisciplinares, partindo da leitura, propiciando aos alunos um acompanhamento e interpretação de histórias nos diversos momentos do texto que lá está; o estudo do vocabulário para que ele possa criar e recriar conceitos, de forma individual e coletiva;construir idéias que poderão ser apresentadas de formas mais complexas,transformando-as em produções textuais e artísticas.
Diante desse cenário tecnológico, possibilita ainda ao professor trabalhar a informação e reinterpretá-la de maneira contextualizada, problematizando as temáticas apresentadas, utilizando a pesquisa como ferramenta de ampliação de conhecimento dinâmico e que está em constante transformação.
Mestre em Ciência da Educação - Edna de Jesus Vieira.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O Ensino Religioso nas perspectivas atuais

Considerando que o ensino Religioso é uma disciplina que possibilita a ampliação de conhecimentos e produção de saberes sobre os principais elementos que compõe o fenômeno religioso, ela também se constitui num referendial teórico, que proporcionará a melhoria da prática pedagógica.
Refletindo os aspectos essenciais do Ensino Religioso, entende-se que a religião é uma estruturação de uma comunidade, que reune a partir de uma idéia comungada. Neste contexto percebe-se o carisma e o papel do profeta frente ao que é carismático, bem como o conhecimento desta relação que emana da fé, que é particular e é indescritivo. Existe uma limitação religiosa e a descrição da mesma que chamamos de fé. Neste aspecto, não tem condições, nem necessidades de explicá-la. A fé de uma comunidade já representa os saberes da mesma e portanto, da entidade religiosa.
O conhecimento gera saberes que abastece os desafios de sua comunidade, que são expresas por suas crenças, ritos, mitos e símbolos que são fundamentais para o entendimento do Ensino Religioso.
Contudo, acredita-se que o lugar do sagrado e do religioso encontra-se no interior da dimensão religiosa do ser humano. Daí afirma-se que na relação entre a ciência e a religião é importante que haja uma postura dialética e de muita colaboração.
Edna de Jesus Vieira - Especialização em Ensino Religioso - Palmas/TO
Postado por Edna de Jesus Vieira às 18:05 5 comentários

O lugar da Religião e do Sagrado na Sociedade do Século XXI

A Religiosidade do século XXI, clama por uma nova espiritualidade e portanto, por um novo posicionamento que englobe o ser humano em sua totalidade perante seu contexto sócio-cultural.Nesse sentido, o Ensino Religioso é o espaço estratégico, para que esta nova mentalidade seja construída, respeitando os ideais sagrados, percebendo, reconhecendo e valorizando a diversidade religiosa como o principal motivador da assunção religiosa.Diante disso, acredita-se que a nova espiritualidade ocorrerá através de uma auto-organização caórdica (caos + ordem), numa postura dialética e de mútua colaboração entre as comunidades religiosas, contribuído para a criação de um clima moral e espiritual mais humano.

Como promover o sucesso da aprendizagem escolar

Nesse cenário educacional, muitas mudanças ocorreram nas propostas pedagógicas. Nesse rápido movimento, discussões fundamentais emergiram sobre o que devemos ensinar, como devemos ensinar, o que devemos avaliar, como devemos avaliar. Obviamente, cada resposta que surge é oriunda de uma forma específica de conceber o processo ensino – aprendizagem.Nessa perspectiva garantir as aprendizagens de qualidade pedagógica e social, tem sido a maior preocupação dos sistemas educacionais e dos centros produtores de conhecimento,pois considera- se que historicamente o fracasso escolar (altos índices de repetência, evasão e analfabetismo) vem marcando tragicamente, a trajetória desse processo. Esforços de vários sujeitos e diversas ordens são feitas para contribuir na construção de alternativas que venham produzir mudanças estruturais na escola como um todo e na prática pedagógica do professor em particular. No campo teórico, há focos de investimentos no desenvolvimento de pesquisas que fomentem novos paradigmas educacionais que se centrem na garantia de aprendizagens dos alunos para a construção de suas cidadanias e de suas emancipações; que os levem a se reconhecerem como sujeitos históricos construtores de realidade social, através de uma pedagogia voltada para as diferenças que permeiam a sala de aula; que favoreçam o diálogo e a mediação entre as histórias de vida dos alunos, em função de uma sociedade ética, mais justa e igualitária. Isso exige uma prática educativa que considere as diferentes subjetividades dos aprendentes que conseqüentemente, desenvolvem formas e ritmos diversos de aprendizagens. É preciso que a escola reconheça a historicidade dos educandos e se comprometa a resgatá-la, com referência para a elaboração do trabalho pedagógico, sua efetivação por meio do ensino, das aprendizagens e do processo de avaliação. Daí a importância do professor em descobrir quem são seus alunos, o que sabem sobre os conteúdos, como aprendem, quais os princípios essenciais para levar os alunos à apropriarem dos conhecimentos, e o que é necessário para contribuir na construção de sua cidadania. Esse é o desafio central para que o educador organize e materialize sua práxis. Assim, o sentido pedagógico do ensino é garantir um espaço para viabilização das aprendizagens. Como afirma Paulo Freire: Só existe docência se existir discentes, ou seja;o ensino de fato só se efetiva, se houver correspondência com as aprendizagens significativas dos docentes.Isso implica, na responsabilidade da escola em conceder os meios didáticos e pedagógicos, visando a construção de um ambiente rico, proveitoso e gratificante para todos.Diante disso, torna-se necessário uma reflexão em torno da prática educativa( Zabala,1998 ), que envolve a relação entre o planejamento do trabalho docente, a sua efetivação através do ensino e da aprendizagem, o processo avaliativo e as condições estruturais de trabalho dos profissionais da educação, de modo a promover o sucesso do processo educativo

Novas Aprendizagens com as TICs

Hipertexto

Hipertexto é uma espécie de texto com pequenos links que abrimos e apresentam vídeos.ligação para outros textos ou seja , pelo hipertexto navegamos por palavras,páginas,imagens,gráficos ou outros documentos mais complexos que se apresentam como hipertextos é interessante ressaltar que no momento em que eu navegava por cada link a mim apresentado nas leituras que fiz,foi maravilhosa a experiência pelo fato de me despertar para as novas de ler o mundo,integrando as idéias adquiridas a uma memória,com as informações trazidas virtualmente e o quanto posso enriquecer a minha prática pedagógica utilizando hipertexto em meus escritos.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Quem Sou Como Professor e Aprendiz?

É patente que a aprendizagem é um processo que se dá ao longo da vida, de forma contínua e sistematizada e por isso, cria diversas possibilidades de transformarmos as informações em conhecimentos.
Como professora e aprendiz, sou uma profissional que acredita na capacidade de ensinar e aprender, de forma mutua, na interação com os objetos e com o meio que nos cerca, numa atitude de busca constante para aperfeiçoar a minha práxis.
Estou sempre estudando em diversos ambientes em que tenho acesso, principalmente o do campo virtual que hoje e exigência do mercado.
Tenho a plena convicção de que as tecnologias contribuem positivamente na melhoria do processo de ensino e aprendizagem e procuro utilizá-las de forma diversificada para aperfeiçoar o meu fazer pessoal e profissional.